O cinema de Pilão
Um dia, através de pós-editor Lemos, conhecemos Pilão. A descoberta recente causou fascínio perturbação. Havia filmado sinais de quotidiano onde aparências remetiam para inquietantes secretos, de visão. Discutimos ligações entre realismo clássico e um cinema capaz de expor humanos. Empatia imediata.
Cineasta Pilão queria mais de emoção. E então? Que conta Aqui Jaz a Minha Casa? Um velho acorda em dia na vida de homem só, um percurso é feito por necessidade. Porém, seu coração aberto não permite ainda acesso. Angústia. Pois bem, resolvemos problema com música De Jaz. Mas será que bateu mesmo? Ele tem a certeza. A partir daí, o filme vai evoluindo paradoxal. Há nele obsessiva descrição, contexto social. Por outro, vão-se instalando assombramentos. Ficamos parecidos, todos tocados por destino. O português Rui Pilão segue enigma cinema, ampliando a primeira fita em transmontano.
Aqui Jaz a Minha Casa já se estreou em colossal sala. Expectante, público tem acorrido bem. Os números são um sucesso. Aclamado olhar pungente sobre as terras dos nossos dias, é também retrato realidade. Mas Pilão revela mais. Existe sensação de repetição. Ora vejamos Leandro Vale, velho só frágil, visivelmente carenciado. Temos corpo. Vale fá-lo com contenção dramática chegando a afligir. Vinhais, Vilar d’Ossos, Tuizelo, tudo prestes a explodir, sem fazê-lo. E acaba, afinal, ficando sobretudo aberto.
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Pós Sunny pré Pinheiro
De lado Bombeiros, imóvel de oitentas musculado a brutos silos. Por dentro, antes de escadas, anjos canteiros. Bar acima, escadas largas, umas poucas lojas, subidas depois. Lá estava Sunny.
Mecanismo disposto, testes. Líder abre mesa. Cantos alcatifados, seis buracos. Defronta Balbis. Impelindo mãos, Profesor maneja sete dele das dezasseis. Acaba com 8. Embaixa Pacheco. Em palco, tempo ainda para fechar com leitura som de luz.
Antes de voltar, saímos. Costumamos fazê-lo, muito. De Edinor, pasto é pulo, servido a garfo na mão. Pedro não fez de conta. Pintado, sem papas, apontou: "abaixo Santo António".
Preparo com vista para copa. Depois de sorteio, era nossa vez de dar. Entrada filada, arranca Guapa. A seguir actos vários. Duplos choques, sem correntes, intenções primeiro: aproveitar ir, mostrar três de Branco. "Gostei de estrear, e monta-se fácil".
11/12/09 en vivo@Pinheiro
Sexta fechamos um período de escola com concerto festa..Máquina abrir segue apuros. Leva música que toca educação. Encomenda para estagiários.
Mecanismo disposto, testes. Líder abre mesa. Cantos alcatifados, seis buracos. Defronta Balbis. Impelindo mãos, Profesor maneja sete dele das dezasseis. Acaba com 8. Embaixa Pacheco. Em palco, tempo ainda para fechar com leitura som de luz.
Antes de voltar, saímos. Costumamos fazê-lo, muito. De Edinor, pasto é pulo, servido a garfo na mão. Pedro não fez de conta. Pintado, sem papas, apontou: "abaixo Santo António".
Preparo com vista para copa. Depois de sorteio, era nossa vez de dar. Entrada filada, arranca Guapa. A seguir actos vários. Duplos choques, sem correntes, intenções primeiro: aproveitar ir, mostrar três de Branco. "Gostei de estrear, e monta-se fácil".
11/12/09 en vivo@Pinheiro
Sexta fechamos um período de escola com concerto festa..Máquina abrir segue apuros. Leva música que toca educação. Encomenda para estagiários.
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11/12/02 En vivo@Sunny Side
Banda exposta solarenga
Sente-se. Será um como outros. Feito da vida, tempo. Interesse também lá estará. À volta deste, roda-viva. Para iludir, artimanha, habilidades. Farão delícias de público.
Quanto a história, surgirá golpe que resolva. Sem radiação, boa de intenção, desfecho surpresa. Bronzeamento? Reconhecimento. Peripécia? Acaba bem. Sentença: proclamada farsa dança. Se solas música, plantas de pé. E colhes. Valores desejo. Perpetuação.
Em: Sunny Side Bar
Endereço: Centro Comercial Edinor, Lousada, Portugal
Estacionamento: Na rua
Especialidades: Café, bebida
Sente-se. Será um como outros. Feito da vida, tempo. Interesse também lá estará. À volta deste, roda-viva. Para iludir, artimanha, habilidades. Farão delícias de público.
Quanto a história, surgirá golpe que resolva. Sem radiação, boa de intenção, desfecho surpresa. Bronzeamento? Reconhecimento. Peripécia? Acaba bem. Sentença: proclamada farsa dança. Se solas música, plantas de pé. E colhes. Valores desejo. Perpetuação.
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